quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Em entrevista monossilábica, Amy Winehouse diz que estaria feliz se morresse agora

Amy Winehouse

Em uma entrevista concedida à revista americana "Harper's Bazaar", a cantora Amy Winehouse falou sobre a coleção que desenhou recentemente para a grife Fred Perry. Monossilábica, a cantora se mostrou distante, mas disse estar feliz.
"Nós acabamos a coleção toda até outono de 2012 e eu estou tipo, nós fizemos isso? É!". "Uhum. É, é, não foi difícil, porque tipo...", disse Winehouse, interrompendo a conversa para que o garçom pudesse trocar os pratos no restaurante.
"Eu sabia exatamente o que eu queria. E eu amo muito Fred Perry. Eu me senti honrada de estar lá, tipo: 'você quer vir aqui para fazer uma fala?' Eu? Tipo, eu? É!"
Amy disse ainda que não se considera um ícone de estilo. "Não, claro que não". "Uh-huh. Eu não acho que isso seja verdade. Eu me visto como se fosse um homem negro e velho... Desculpe!"
A cantora disse ainda que uma de suas inspirações é a atriz Elizabeth Taylor, mas diz que não quer ser igual a ela. "Não mesmo. Ela tinha olhos violeta. Isso é estranho... Hum..."
Outras inspirações da cantora são "Thelonious Monk, Charlie Mingus, Miles Davis... Thelonious Monk de novo, e então rappers atuais, como Nas, hum... hum... Busta Rhymes, e Mos Def".
A certa altura da entrevista, o repórter da revista lhe perguntou se ela estava feliz. "Sobre o que?", perguntou Winehouse. "Estou feliz com essa salada", respondeu a cantora em seguida.
"Eu não sei o que você quer dizer, eu tenho um namorado muito bom, ele é muito bom pra mim". "Eu não sei [se estou apaixonada]... ainda. Nós estamos juntos há três meses e meio", disse, sobre o diretor Reg Traviss. "Se eu morresse amanhã, eu seria uma garota feliz", concluiu.

Lady Gaga compra de volta música inédita que seria leiloada




Fãs ansiosos por comprar canções inéditas de Lady Gaga que seriam leiloadas este mês vão ficar decepcionados porque a cantora os recomprou.
Lady Gaga comprou por valor não revelado seis CDs e um DVD que seu primeiro empresário, Bob Leone, pretendia vender no leilão de quase 860 objetos ligados a celebridades.
Alguns dos objetos eram autografados e incluíam canções inéditas que datavam da gravação de uma fita demo em 2002, quando Lady Gaga ainda era a tímida adolescente Stefani Germanotta. Os lances mínimos para cada um tinham sido fixados em 1.000 dólares.
"Ela os quis comprar. Enviamos uma oferta a ela em nome de Bob Leone. Ela respondeu e fechamos negócio", disse Peter Siegel, co-fundador da GOTTA HAVE IT! Collectibles Inc., que fará o leilão.
Ele acrescentou que Leone nunca tentou copiar os CDs ou levá-los a público.
Embora houvesse interesse de possíveis compradores pelas canções de Lady Gaga, Siegel disse que não previa que elas fossem os artigos mais disputados no leilão.

No Chile, Pixies faz show com 33 músicas em homenagem a mineiros

Pixies faz show com 33 músicas em homenagem a mineiros resgatados no Chile nesta quarta-feira

Depois de passar pelo Brasil como atração do festival SWU, a banda norte-americana Pixies se apresentou no Chile na noite desta quarta-feira e fez uma homenagem ao grupo de mineiros resgatados. O grupo fez uma apresentação com 33 músicas, uma para cada trabalhador resgatado.

Segundo o vocalista da banda, Black Francis, este foi o show mais longo que o grupo já tocou. "Ficamos tão emocionados com essa história, queríamos fazer algo que mostrasse o quanto isso nos afetou", escreveu o músico em um comunicado.
De acordo com Francis, o show da banda em Santiago teve início poucos minutos depois que o último mineiro foi resgatado. Após a homenagem com 33 canções, o repertório teve ainda uma música a mais no bis.
O set list incluiu faixas que marcaram a carreira da banda, como "Where Is My Mind", "Gigantic", "Velouria", "Debaser", "Wave of Mutilation" e "Hey".

Jonas Brothers cancelam show no México por falta de segurança


A banda Jonas Brothers cancelou o show que faria na cidade mexicana de Monterrey, previsto para 21 de outubro, devido à violência que vive a região por conta do tráfico de drogas, explicaram os três irmãos em comunicado.
A empresa que administra a viagem do grupo, a Live Nation, tomou a decisão devido a "uma série de eventos desafortunados" relacionados com a segurança, indica a página jonasworld.org.
O trio de adolescentes pediu desculpas a seus fãs e assinalou que foi uma "difícil decisão", pelo carinho que dispensam a seus "fiéis admiradores na região".
"Nossos admiradores de Monterrey e de todo o México estão entre os melhores no mundo. Desfrutamos de qualquer oportunidade que temos para visitá-los, e embora não possamos vê-los por enquanto, esperamos voltar muito em breve", disse Kevin Jonas.
Apesar de cancelada a apresentação de Monterrey, os dois shows agendados para a Cidade do México, em 23 de outubro, e em Guadalajara, um dia depois, continuam previstos.
A organização informou que dará a possibilidade de escolher entre a devolução do dinheiro e a troca por entradas para os outros dois shows da banda no México.

Justin Bieber apresentará transmissão online de prêmios europeus da MTV

Divulgação

Madri, 14 out (EFE).- O cantor canadense Justin Bieber será apresentador oficial na transmissão online da cerimônia de entrega do MTV Europe Music Awards (EMA) 2010, que será realizada no próximo dia 7 de novembro em Madri.
Fenômeno musical e símbolo das redes sociais, Justin Bieber conta com 5,6 milhões de seguidores no Twitter e é uma das celebridades mais influentes neste microblog.
O astro pop, de 16 anos, irá twittar e interagir em tempo real com os fãs que assistirem pela internet à cerimônia de entrega dos Prêmios MTV 2010 por meio de uma série de novidades da transmissão.
Pela primeira vez, as emissoras "MTV" e "AttractTV" se uniram para desenvolver ferramentas de interação sobre vídeo que estarão disponíveis exclusivamente no site "www.mtvema.com".
Além disso, os fãs do EMA poderão ouvir as opiniões de Justin Bieber sobre o show, fazer enquetes, ler o blog oficial, e se conectar ao Facebook e ao Twitter para comentar o espetáculo.
Em nota de imprensa da "MTV" divulgada hoje, Justin Bieber se mostra "muito emocionado" que seus fãs possam acompanhá-lo nesta transmissão online. "Será como ter uma festa global gigante para ver o show em casa".
O MTV EMA 2010 será transmitido online ao vivo em "www.mtvema.com" e pelo Facebook a partir das 16h (horário de Brasília) do domingo 7 de novembro.
A cantora colombiana Shakira e o rapper britânico Plan B serão algumas das atrações da cerimônia de entrega dos prêmios.

Energia, fogo e bombas marcam passagem do Green Day por Porto Alegre

O guitarrista e vocalista Billie Joe Armstrong durante show do Green Day no Gigantinho, em Porto Alegre (13/10/2010)

Em verdadeiro baile punk rock, o grupo californiano Green Day abriu a série de quatro apresentações brasileiras da turnê "21st Century Breakdown" na noite desta quarta-feira (13), no ginásio do Gigantinho, em Porto Alegre. O trio, reforçado por três músicos de apoio, muitos efeitos pirotécnicos e preparo físico de atleta, chegou ao Brasil disposto a agradar fãs recentes da banda e trintões que viveram o estouro do Green Day na era dos videoclipes durante a década de 90.
Nesta sexta-feira (15), a banda se apresenta na HSBC Arena, no Rio de Janeiro. Nos dias 17 e 20, Brasília e São Paulo recebem o grupo no ginásio Nilson Nelson e na Arena Anhembi, respectivamente. Se você tem ingressos para a turnê brasileira, coloque um calçado confortável, vista uma roupa leve e prepare-se para suar.

The Cranberries volta pela segunda vez no ano a São Paulo

A cantora Dolores O'Riordan, vocalista dos Cranberries

Os Cranberries voltam hoje ao palco do Credicard Hall, pela segunda vez neste ano, para apresentação com ingressos quase esgotados. Eles estiveram em São Paulo em janeiro, quando tocaram para 6.700 pessoas.
O primeiro show, como o de hoje, já fazia parte da turnê mundial, iniciada em novembro do ano passado.

THE CRANBERRIES
ONDE Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.955; tel. 4003-6464)
QUANDO hoje, às 21h30
QUANTO R$ 180 (pista)
CLASSIFICAÇÃO 16 anos (14 e 15 anos se acompanhados por responsáveis)

"Vou ficar decepcionado se este álbum não for bem recebido", diz cantor do Maroon 5 sobre novo trabalho


Os integrantes do Maroon 5 já estavam compondo para seu terceiro disco quando "muitos elementos estranhos", como chama o cantor Adam Levine, entraram em ação e os colocaram na rota para "Hands All Over". O evento principal: uma chance de trabalhar com o produtor Robert John "Mutt" Lange, responsável por álbuns famosos de AC/DC, The Cars e Def Leppard, assim como de sua ex-esposa, Shania Twain. Era uma associação que a banda não tinha previsto, mas da qual não podia reclamar.

"Gosto de dizer que ele desceu do céu, em uma nuvem de fumaça, e disse: 'eu quero produzir este álbum'", diz Levine, "porque foi meio o que aconteceu. Ele fica na dele e não necessariamente sai da marcenaria a menos que realmente queira trabalhar em algo que o inspire. Daí ele disse: 'ei, eu quero mesmo produzir este álbum', e ficamos submissos diante do fato de ele ser quem ele é, dando ouvidos às suas opiniões e seguindo sua orientação. Estávamos curiosos demais para dizer 'não'".

O tecladista Jesse Carmichael concorda. "O fato de ele ter nos procurado fez com que ficássemos empolgados. Ele nos colocou em um estado mental diferente porque ele já produziu muitos álbuns extremamente bem-sucedidos. Ele podia olhar para o que tínhamos feito em nossos dois primeiros álbuns e dizer, 'tudo bem, nada mal, mas vamos tentar fazer algo realmente especial'".

Aqueles dois primeiros álbuns estavam longe de desleixados: "Songs About Jane" (2002), gravado depois que o quinteto de Los Angeles mudou seu nome de Kara's Flowers, recebeu quatro discos de platina, enquanto "It Won't Be Soon Before Long" (2007) ganhou dois discos de platina. O Maroon 5 vendeu 15 milhões de álbuns em todo o mundo e ganhou três prêmios Grammy, incluindo artista revelação em 2005, e entre seus sete sucessos Top 40 estão hits como "This Love" (2004), "She Will Be Loved" (2004) e "Makes Me Wonder" (2007), que chegou ao topo das paradas.

Devido ao sucesso, diz Levine, a banda sente menos pressão atualmente. "Nós já encontramos nosso lugar no mundo a esta altura", explica o cantor de 31 anos, natural de Los Angeles que conheceu Carmichael no Frenchwoods Festival of the Performing Arts Camp, em Hancock, Nova York. "Antes do segundo álbum eu diria para você que não estava nervoso, mas estava, e que não havia pressão, mas havia. Era meu trabalho demonstrar confiança e convencer todo mundo de que eu não estava pensando em coisas assim", ele conta.

Levine lembra que, desta vez, sentiram que já tinham vários hits, que venderam milhões de álbuns, que fizeram turnê por todo o mundo muitas vezes. "Nós tivemos uma vida incrível. Qualquer coisa que vier a acontecer daqui para frente é apenas o que é". Só que não foi fácil trabalhar com o exigente Lange, que é conhecido pelo esmero sônico detalhista de suas produções. "(Lange) almeja alto", diz Levine.

O cantor diz que o produtor quer atingir todo mundo em todos os países. "Ele não quer nivelar as coisas por baixo, mas gosta de tornar as coisas compreensíveis e acessíveis. E nós não pensamos em coisas assim. Eu penso em como estou me sentindo em um momento em particular ou o que quero expressar musicalmente. E acho que ele pegou esta música e realmente a ampliou, a tornando maior do que era antes".

"Hands All Over" é certamente o álbum mais diverso do Maroon 5 até o momento, incluindo desvios como a faixa título de hard rock, a faixa country "Out of Goodbyes" --ma colaboração com a banda country de sucesso Lady Antebellump-- e o pop com sabor anos 60, "Stutter". "Nós amamos todos os estilos de música", diz Carmichael, 31 anos, nascido no Colorado. "Um dia nós podemos nos ver mais interessados em algo estilo country, no outro pode ser um território tipo Michael Jackson, e assim por diante. (Lange) estava ligado nisso e nos encorajou"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Lady Gaga é desafiada por cantora novata em concurso valendo US$ 1 milhão

A cantora Lady Gaga, que foi desafiada por uma novata em concurso de canto
A cantora Lady Gaga foi desafiada para um concurso de canto valendo US$ 1 milhão pela cantora novata Alisa Apps. As informações são da revista americana "Billboard".
Apps, que deve lançar um álbum em breve, mas já emplacou um hit na rede, questiona as habilidades vocais de Gaga, a quem considera um "produto de mídia".
A cantora quer que o concurso aconteça no Madison Square Garden, em Nova York, ou no O2 Arena, em Londres. No entanto, ela não explicou de onde viria o dinheiro.
"Eu sinto pena da Lady Gaga, ela é apenas uma boneca de plástico gerada pela máquina de dinheiro do markting musical", diz Apps em um comunicado oficial. "Esse concurso dará chance para as pessoas escolherem o que preferem --plástico ou real".
Gaga ainda não comentou a proposta.

Promoção do site do Paralamas do Sucesso vai dar uma bateria completa

O site oficial do Paralamas do Sucesso vai dar uma bateria parecida com a do João Barone para o fã mais criativo. Para participar, basta clicar aqui  e responder em até 140 caracteres: 

"O que você diria para o Barone se ele te visse tocando bateria?". 

O autor da resposta mais criativa vai ganhar um kit completo da Tama Swing Star com pratos Paist PST5, peles Evans e baquetas Firth.

Os internautas têm até o dia 21 de outubro para participar. O nome do ganhador será divulgado entre os dias 22 e 25 de outubro de 2010, em nota a ser publicada dentro do site oficial do grupo no endereço www.osparalamas.com.br.

Vocalista do Green Day diz que shows no Brasil terão entre 2h30 e 3h de duração


O trio norte-americano Green Day desembarcou no Brasil nesta semana para uma série de quatro apresentações no mês de outubro. A banda toca nesta quarta (13) no Gigantinho, em Porto Alegre, na sexta (15) no HSBC Arena, no Rio de Janeiro, no domingo (17) no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília e, por fim, na quarta-feira (20) na Arena Anhembi, em São Paulo.
Já são 12 anos desde a última visita do Green Day ao país, mas o vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong parece não ter sentido os efeitos do tempo. "Este é o final da turnê, será uma grande celebração. Estamos no Brasil e isso faz com que eu me sinta jovem. Vamos arrebentar", disse durante coletiva de imprensa na tarde desta quarta em São Paulo.
A banda, que classifica o show de 1998 por aqui como "selvagem", não sabe o que esperar desta vez, mas avisa que a apresentação será longa, com duração entre 2h30 e 3h. "É um set comprido. Tocamos um pouco de tudo. Claro, terá 'Basket Case', mas também músicas do 'Kerplunk', 'Nimrod', 'Insomniac', além de coisas do 'American Idiot' e '21st Century Breakdown', é claro", disse o vocalista.
Billie Joe também confirmou que o Green Day está registrando todos os shows da turnê para o lançamento de um futuro álbum ao vivo e que as apresentações brasileiras não serão exceção. "No final de turnê, vamos ouvir tudo e escolher uma música de cada país".
Juntos desde 87 e com os mesmos integrantes desde o começo da década de 90, o grupo que ainda conta com Mike Dirnt (baixo) e Tré Cool (bateria) comparou a um casamento o fato de estarem em uma banda, embora não atribua o sucesso à sua duradoura formação. "Estou casado com minha mulher há 17 anos, mas não sei se é por isso que dá certo", disse Billie Joe. "Você deve manter o sexo sujo e as brigas limpas", brincou.
O vocalista comentou ainda sobre a pulverização da música nos dias de hoje. "Pessoas querem ouvir canções de formas direfentes. A indústria musical ainda não sabe direito o que fazer e, embora tenhamos uma preferência pelo vinil, não ligamos para o formato, desde que a música seja lançada".

Sem ser convidado, líder do Gorillaz diz que não quer suas músicas em "Glee"


O líder da banda Gorillaz, Damon Albarn, disse em entrevista à agência Associated Press que não quer que suas músicas sejam usadas na série "Glee". Para ele, o programa é "um substituto muito pobre para a coisa real".
Albarn disse que, embora a banda não tenha sido convidada, eles não estão interessados em ter suas músicas no programa. "Nós não deixaríamos isso acontecer", disse.
As músicas de "Glee" ultrapassaram recentemente a marca dos Beatles por aparecer mais vezes na lista da Billboard. No entanto, Albarn diz que as pessoas não deveriam levar o programa a sério.
"Essas músicas não vão durar como as dos Beatles duraram. Elas vão ser esquecidas em alguns anos".


Clipes de Michael Jackson são reunidos em caixa

Divulgação

A coleção completa de clipes de Michael Jackson foi restaurada e será relançada, incluindo o vídeo inédito para a canção "One More Chance".
A caixa "Michael Jackson Vision" será lançada no dia 22 de novembro, nos Estados Unidos, e reúne 4h30 de material. A seleção inclui o clipe de "Black or White" na íntegra, que foi editado após o lançamento original por conta de imagens violentas.
Jackson fez um curta para a música "One More Chance", mas nunca o lançou. Ele foi acusado de abuso sexual em 2003, na época do lançamento do single. O cantor foi absolvido da acusações.
Também fazem parte da caixa os clipes de "Bad", dirigido por Martin Scorsese, e "Thriller", entre outros.

Robbie Williams diz que volta ao Take That não tem a ver com dinheiro


Robbie Williams insiste que não voltou ao Take That pelo dinheiro.
O cantor de 36 anos --que deixou a banda em 1995, um ano antes de seu fim, e recusou-se a reintegrá-la em sua volta no ano de 2005-- diz que trabalhar novamente com Gary Barlow, Mark Owen, Howard Donald e Jason Orange os deixa piores financeiramente.
Ele disse à revista X: "se fosse por motivos financeiros, os rapazes estariam fazendo um desserviço a eles mesmos. Eles tem que dividir os lucros em cinco".
Além de se manter ocupado com o Take That, acredita-se que Robbie também esteja planejando dois novos álbuns solo, incluindo outro no estilo de "Swing When You're Winning", que contou com covers de canções de big bands de jazz.
Entretanto, o cantor --que já vendeu mais de 50 milhões de discos solo-- disse recentemente que quer que a reunião com o Take That seja duradoura.
Ele disse: "nos conhecemos quando estávamos todos no mesmo nível. Os garotos voltaram e têm ido muito bem. As pessoas tiveram filhos e, você sabe, as prioridades para mim mudaram um pouco, assim como para os rapazes. E é o fato de me sentir bem que faz com que eu queira voltar para mais, ou voltar definitivamente!"



Prestes a vir ao Brasil, cantor Mika fica inconsolável com acidente da irmã


A irmã do cantor Mika, 27, ficou gravemente ferida após cair da janela de casa, no terceiro andar, em Londres, segundo o tabloide britânico "The Sun".
A estilista Paloma Penniman, 28, estava aparentemente sentada no parapeito, a uma altura de cerca de 15 metros, quando se desequilibrou e caiu.


O cantor, que contou com a participação de Paloma em seu último álbum, foi quem avisou os serviços de emergência.
Segundo o tabloide, o cantor disse estar "absolutamente inconsolável".
Um amigo da família afirmou que "traumatizado nem se aproxima do estado dele" no momento.
A polícia trata o caso como um acidente. Apesar do estado crítico, Paloma está estável.
Mika se apresenta no dia 20 de novembro, no Festival Planeta Terra.




Justin Bieber ganha disco de ouro no Japão


Pelo visto Justin Bieber está fazendo sucesso com a garotada de olhos puxados.

Nesta quarta-feira (13), o cantor levou o disco de ouro por seu álbum 'My World' alcançar a venda de 500 mil cópias.

No evento em que foi premiado, o fenômeno teen ainda fez um pocket show para seus fãs.



terça-feira, 12 de outubro de 2010

Christina Aguilera se separa após cinco anos de casamento

Getty Images

Los Angeles (EUA.), 12 out (EFE).- A cantora estado unidense Christina Aguilera se separou do marido Jordan Bratman, juntos desde 2005, informou hoje a revista "USMagazine" em sua edição digital.
Um amigo íntimo da artista disse na publicação que a estrela do pop, de 29 anos, e Bratman, de 33 anos, "estão separados há alguns meses". "Estavam muito apaixonados, mas nos últimos seis meses ficou claro que eram mais amigos que marido e mulher", explicou a fonte.
A cantora chegou a propor uma viagem para a Itália em agosto com intenção de salvar a relação, mas não funcionou. O casal se conhece desde 2002 e segundo o site de celebridades "TMZ", ainda não tem planos de se divorciar.
O filho de dois anos, Max, é a maior preocupação, disse a fonte de "USMagazine". A artista recentemente o levou aos estúdios de gravação enquanto trabalhava na trilha sonora do filme "Burlesque", que estreará no dia 24 de novembro.
"Christina está fazendo o possível para ser a melhor mãe", comentou a fonte. "Tem que fazer malabarismos, mas está conseguindo encontrar um equilíbrio", concluiu.

Pixies traz sua comemoração de 20 anos de "Doolittle" ao Brasil, num dos melhores shows do SWU

Apresentação da banda norte-americana Pixies no último dia do Festival SWU, em Itu (11/10/2010)

Quando o Pixies subiu ao palco do SWU na noite de segunda (11), não demorou para perceber que o show ia ser intenso. Eles não pediram nada: coro, palmas ou pogo. E deram tudo. Um dos shows mais enérgicos e provavelmente o melhor do SWU. A plateia reagiu à altura. Mesmo sem ter sido solicitada, se entregou: cantou junto, pulou e teve até gente emocionada, chorando. 
A apresentação fazia parte de uma turnê extendida de comemoração de 20 anos do disco “Doolittle” (1989). Isso quer dizer que, em cerca de 75 minutos, a banda desfiou seus maiores sucessos, como “Debaser”, “Wave of Mutilation”, “Here Comes Your Man” e “Mr. Grieves”. 
O Pixies faz uma espécie de cabaré protogrunge. Sua música, influência confessa para Kurt Cobain e o Nirvana, parece estar sempre lembrando ao público que aquilo tudo é um espetáculo, uma encenação –nos arranjos, nos comentários dos vocais, nas letras. E a banda consegue ter esse distanciamento de si mesma sem nunca chegar ao ponto de ser fria. 
Além de baixista, Kim Deal faz o papel de uma espécie de mestre de cerimônias. Conversa com o público, faz gracinhas e ri. Frank Black quase não fala, e quando canta, sua voz gutural é a maior presença do palco. O elenco se completa com as presenças quase transparentes de Joey Santiago na guitarra e David Lovering na bateria, que, em uma ou outra música, faz vocais. 
As canções evocam imagens cinematográficas de cortes rápidos: sereias, relações incestuosas, uma filha única de Netuno (Esther Williams?). Em alguns shows da turnê, as músicas são acompanhadas no telão por 11 vídeos especialmente elaborados para isso por diversos artistas. Cenas de filmes mudos dos anos 20, animações e imagens da banda, entre outras cenas, compõem essa cenografia. Uma pena que esse material não tenha vindo para o SWU. 
O site do grupo, inaugurado este ano, traz faixas gravadas durante apresentações da turnê americana: "Dancing the Manta Ray", "Monkey Gone to Heaven", "Crackity Jones" e "Gouge Away". Quem nunca viu a banda ao vivo pode ter lá uma pálida noção da genialidade do grupo em seus shows. 
Esta é a segunda vez que o Pixies toca no Brasil. A primeira foi em 2004, em Curitiba.

Linkin Park mostra novo show no encerramento do SWU e esquenta para DJ Tiësto

Chester Bennington em show do Linkin Park no Festival SWU (11/10/2010)

Não é só no novo disco do Linkin Park, "A Thousand Suns", que aparecem os toques da produção de Rick Rubin. O show que a banda fez na noite desta segunda-feira (11), no encerramento do SWU Music and Arts Festival, também traz grande influência do trabalho do produtor, que parece ter mudado o rumo da banda para um som mais arrastado e com menos rap.
Apesar do atraso de 1h do Queens of The Stone Age, o Linkin Park não foi prejudicado, entrando no horário marcado para a banda no Palco Ar. Com uma bandeira do Brasil estendida em frente ao palco, o grupo de Chester Bennington mostrou sua tradicional mistura de rap com metal, inserindo elementos eletrônicos nas músicas. A banda abriu a apresentação com as novas "The Requiem" e "The Radiance".
Do novo disco entraram músicas como "Jornada del Muerto", "Wretches and Kings", "Wisdom, Justice and Love" e os singles "The Catalyst" e "New Divide". Dos antigos hits estavam "Numb", "Crawling", "One Step Closer", "Shadow of The Day", quando Chester desceu até a grade da área premium e cantou junto à plateia, e "In The End", que entrou no bis. Já no início da madrugada para terça-feira (12), o Linkin Park tocou para uma plateia pequena, mas fiel à banda, aquecendo o restante do público para o DJ Tiësto, que encerra a primeira edição do SWU.

Queens of The Stone Age atrasa show em 1h, mas compensa em sucessos barulhentos

Josh Homme em show do Queens of The Stone Age no Festival SWU, em Itu (11/10/2010)

Nem o atraso de 1h para entrar no palco, por causa de problemas técnicos, deixou o público insatisfeito com o Queens of The Stone Age, uma das atrações principais desta segunda-feira (11) do Palco Água no SWU Music and Arts Festival. O carismático líder Josh Homme surgiu ovacionado e sob reverência da plateia, que foi compensada com barulho, sucessos de uma discografia de cinco discos de estúdio e um dos melhores sons do festival, mesmo tendo a apresentação encurtada.
A banda voltou ao Brasil nove anos depois de sua última passagem no país, no Rock In Rio que ficou marcado por um baixista --Nick Oliveri-- pelado no palco. A atual vinda do grupo, agora com Michael Shuman no baixo, coincide com a comemoração dos dez anos do álbum “R”, que ganhou relançamento em edição de luxo. A banda não tem composições novas para mostrar, mas tem músicas suficientes para fã nenhum reclamar.
O Queens of The Stone Age abriu o barulhento show com a música de um verso só "Feel Good (Hit of The Summer)". Homme, sempre preocupado em saber se seu público estava gostando da apresentação, não poupou hits: “Little Sister”, "Do It Again", "Go With The Flow", "In My Head" e o imediato “No One Knows”, louvado pela plateia com mãos ao alto. A banda privilegiou as canções mais pesadas, deixando assim de fora "Make It Wit Chu". “Song For the Dead” encerrou mais uma passagem da banda pelo país.

Veterano do indie rock, Yo La Tengo sai do palco sob vaias de fãs de Linkin Park no SWU

Ira Kaplan, cantor e guitarrista do Yo La Tengo, em show no Festival SWU (11/10/2010)

Um dos nomes mais importantes do indie rock, o Yo La Tengo acertou ao escolher suas músicas com pegada mais rock para tocar no SWU Music and Arts Festival e deixar de lado as baladas --com exceção de "Autum Sweater". O terceiro dia do evento na Fazenda Maeda, em Itu, encerra a maratona de shows com bandas de peso dividindo o mesmo palco do trio norte-americano, uma das atrações com mais tempo de carreira dentro da programação.
O Yo La Tengo entrou no palco ao som de "From A Motel 6" e seguiu com o som prejudicado no início, com instrumentos soando embolados. Depois de acertar a regulagem, o guitarrista e vocalista Ira Kaplan caprichou nas distorções e microfonias, e trouxe de volta o tom experimental que inseriu na cena alternativa há 26 anos de história e em mais de uma dezena de álbuns de estúdio, o último deles, "Popular Song", lançado no ano passado.
No gigantesco Palco Ar, Kaplan e seus companheiros Georgia Hubley (bateria) e James McNew (baixo e voz) --formação que se mantém desde 1992-- pareciam deslocados com tanto espaço para tocar músicas como "Tom Courtenay", "Sugarcube" e "Today is the Day". O show do Yo La Tengo cairia melhor num palco menor e para um público mais direcionado.
Depois de uma versão alongada de "Pass the Hatchet, I Think I'm Goodkind", com quase 15 minutos de distorção sob base de baixo e bateria, a banda saiu de cena sob vaias e dedos médios em riste levantados pelo público que estava na grade que separa a pista comum da área premium, grande parte vestindo camisetas das bandas Avenged Sevenfold e Linkin Park.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Banda Nevilton vence concurso para abrir show do Green Day em SP

Nevilton

A banda paranaense Nevilton foi a vencedora do concurso da MTV para abrir o show do Green Day em São Paulo, no dia 20 de outubro.
Formada por Nevilton de Alencar, Tiago "Lobão" Inforzato e Eder "Chapolla", a banda existe há três anos e acabou de voltar de uma temporada em Los Angeles (EUA). O trio toca um rock influenciado por Beatles, Pixies, Cake, Los Hermanos, Belchior, Zé Rodrix, Chico Buarque, Hellacopters e Pavement, entre outros.
A final do concurso aconteceu na última quinta-feira (7), durante uma batalha de pocket shows realizada no Inferno Club, na capital paulista.
Os vencedores competiram com outras quatro bandas: Enjoy, Punkake, Slot e Sugar Kane, que foram julgadas por Marimoon, Supla, Badauí, Chuck Hipolitho e Ricardo (Trama).
Realizado pela MTV, o concurso selecionou, primeiramente, 30 bandas. Na sequência, um júri composto por estrelas da música brasileira definiram as cinco finalistas. O critério para seleção, além da qualidade do trabalho dos artistas, foi o estilo musical da banda.

Carla Bruni canta músicas de David Bowie em álbum beneficente

Philippe Wojazer/Reuters

Londres, 11 out (EFE).- A primeira-dama da França, Carla Bruni, gravou participação no álbum duplo "We were so turned on", com versões de canções de David Bowie e cujo lucro será destinado à organização beneficente War Child, que ajuda crianças que vivem em zonas de guerra.
Carla Bruni gravou "Absolute Beginners", uma canção que chegou à segunda colocação da lista de sucessos britânica em 1986 e que fazia parte da trilha sonora do filme de mesmo nome.
Além da primeira-dama francesa, Devendra Banhart, Duran Duran, A Place To Bury Strangers, Vivian Girls e Swahili Blonde com John Frusciante participaram da homenagem a Bowie.
"Não fazemos discos beneficentes, fazemos bons discos que arrecadam dinheiro para fins beneficentes", manifesta a ONG através de seu site, onde o álbum é vendido por US$ 30.

George Michael sai da prisão após cumprir pena por consumo e posse de drogas


Londres, 11 out (EFE).- O cantor George Michael saiu hoje da prisão após cumprir condenação de quatro semanas por dirigir sob o efeito de drogas quando bateu o carro contra uma loja de fotografia no dia 4 de julho.
O artista, de 47 anos, cumpria pena na prisão Highpoint, em Suffolk, no sudeste da Inglaterra.
Em uma audiência realizada em agosto passado, o cantor se declarou culpado de dirigir sob o efeito de drogas e de posse de maconha.
George Michael tem longo histórico de consumo de drogas e em maio de 2007 já havia declarado-se culpado por dirigir drogado, pelo que sua carteira de motorista foi suspensa por dois anos.

Green Day volta ao Brasil depois de 12 anos e avisa: "será o melhor show de suas vidas"

Green Day

Em 1998, quando pisaram no Brasil pela primeira e única vez, Billie Joe Armstrong, Tré Cool e Mike Dirnt tocavam um rock sujinho e de letras espertas, com algumas poucas baladas de alívio.
A partir de quarta (13/10), quando voltam para quatro shows, os tiozinhos do Green Day vão encher arenas com seus álbuns de "ópera-rock" e suas músicas épicas.
O baterista Tré Cool argumentou, em entrevista ao Folhateen, por telefone, que a banda é como um bom vinho: melhora com o tempo.
Sobre a demora em voltar ao Brasil, após expectativas frustradas em 2006, Tré ironiza: "É melhor tarde do que nunca, não é?".
O Green Day toca em Porto Alegre (13/10), no Rio (15/10), em Brasília (17/10) e em São Paulo (20/10). Ainda há ingressos para todos os shows.

Tré explica que o grupo esteve ocupado nos últimos anos divulgando os discos "American Idiot" (2004) e "21st Century Breakdown" (2009), além de projetos paralelos, como o musical da Broadway que leva o mesmo nome do álbum de 2004.
"Agora, é ótimo estar em uma posição que nos permite visitar vários países, como o Brasil", conta o músico.
Com mais de 20 anos de carreira, o Green Day se reinventou com o disco conceitual "American Idiot", que conta a história do anti-herói "Jesus of Suburbia" e, assim, conquistou novos fãs.
Os shows focam em "21st Century Breakdown", que conta a vida de dois jovens nos anos da presidência de George W. Bush (2001-2009).
"Mudamos o set-list a cada show", avisa Tré. "Sentimos a energia do público. Às vezes, aceitamos sugestões de músicas ou começamos a tocar uma canção que não tocamos há dez anos."
Entre os sucessos "Boulevard of Broken Dreams", de "American...", e "21 Guns", de "21st Century...", Tré adianta que geralmente tocam "Dominated Love Slave", do "Kerplunk" (1992), e "Burnout" e "Welcome to Paradise", do "Dookie" (1994).
A plateia, de acordo com Tré, costuma ser uma "incrível mistura de gerações".
Os fãs brasileiros se mobilizaram no começo do ano para trazer a banda, inclusive criando um vídeo com a participação de dezenas deles.
"Eles podem ter certeza de que será o melhor show de rock que eles já viram na vida", gaba-se Tré. E por quê? "Porque o Green Day está chegando, baby."

Sandy festeja aniversário do marido


Sandy homenageou o marido, Lucas Limas, nesta segunda-feira (11) pelo Twitter.
A cantora disse em seu microblog que hoje é um dia especial e explicou o motivo. “Niver do meu amado Lucas Lima”.
Apaixonada, ela contou que os parabéns foi dado pessoalmente.



"Somos anti-rock and roll", diz guitarrista do Pixies

O vocalista Black Francis se apresenta em Montevidéu, na semana passada

A história do rock está repleta de azarados. Os "quase famosos" são uma vertente à parte. O mais famoso deles, o baterista Pete Best, saiu dos Beatles antes de a banda estourar. Hoje, o festival SWU recebe outro célebre representante dessa turma.
Ainda que reis do mundo alternativo, os norte-americanos dos Pixies serão sempre lembrados pelo grande público como "a banda que inspirou Kurt Cobain na criação de 'Smells like Teen Spirit' mas nunca ganhou muito dinheiro com isso".
A música, "o" hit dos anos 1990, impulsionou o último furacão na indústria fonográfica antes da era dos downloads ao superar nas paradas o então imbatível Michael Jackson e abrir espaço para o rock de garagem.
"Eu estava basicamente tentando copiar os Pixies", disse Cobain (1967-1994) à revista "Rolling Stone".
Enquanto o Nirvana vendia milhões de discos e se tornava uma das bandas mais populares do planeta, os Pixies lançavam discos elogiados pela crítica, mas naufragavam entre brigas internas e pelo desânimo de não "acontecerem". Encerraram as atividades em 1993.

"Não! Não, imagina!", responde rápida e enfaticamente o guitarrista do Pixies, Joey Santiago, 45, quando questionado se sente ciúmes do sucesso alheio.
"Como poderia sentir ciúmes? Como posso explicar.... Eu diria que nós ficamos à parte. Éramos um bando de esquisitos sem graça para a molecada", diz Santiago.
"Nós éramos muito honestos para não sermos do nosso jeito. Até hoje somos anti-rock and roll. Até nossos roadies aparentam ser mais roqueiros. Até nossos fãs são mais roqueiros!"
CULTO
O passar dos anos, no entanto, fez bem ao grupo. Viraram "cult", assim como Velvet Underground e Stooges, grupos que não atingiram sucesso comercial em seus dias, mas inspiraram inúmeros seguidores.
Weezer, Blur e Radiohead, além de vários outros que nunca saíram das garagens, devem algo aos Pixies. Foi a banda de Frank Black, Joey Santiago, Kim Deal e David Lovering quem tornou marca registrada a fórmula musical "parte calma/ parte pesada/ parte calma".
"Fico surpreso em ver nossa influência. Mas não foi por acaso. Trabalhamos duro para isso. Ensaiávamos o tempo todo", diz Santiago.
Em 2004, o Pixies resolveram voltar à ativa. Chegaram a tocar no Brasil, em Curitiba. Esta é a segunda vez deles no Brasil, a primeira em SP.
"Por que voltamos? Foi apenas porque teve interesse por parte do público. Foi uma correria para nos ver tocar", diz Santiago. O grupo, que não chegou a gravar disco novo, nunca escondeu que dinheiro foi uma das motivações para o retorno.
Atração do palco que terá tatuados, como Gloria e Incubus, os Pixies podem parecer ETs para o público mais jovem. Serão três tiozinhos e uma tiazinha que não se mexem muito no palco, com roupas "normais", daquelas de lojas de departamentos, a tocar músicas sobre OVNIs, alienígenas, Velho Testamento e temas surreais.

Ronaldo Lemos: Cantora rouba a cena em reunião sobre o futuro da música


Amanda Palmer é música, fez parte da banda The Dresden Dolls e agora está em carreira solo. Ela tem aparecido em colunas sociais do mundo todo por namorar Neil Gaiman, escritor e criador da épica série de quadrinhos Sandman.
Na semana passada a universidade de Harvard promoveu um evento para tratar do futuro da música. Na sala, o diretor da RIAA (entidade que representa as gravadoras americanas, famosa por processar usuários que baixam música), executivos de grandes gravadoras e professores, como relata Ronaldo Lemos, colunista do caderno Folhateenda Folha
"Mas foi Amanda quem roubou a cena", conta. Na sala, ela comentou que seu último EP, com sete músicas, foi colocado a venda online pelo preço mínimo de 84 centavos de dólar (cerca de R$1,40). Em um mês, faturou 100 mil dólares.